A retinografia permite obter uma imagem do fundo do olho e observar estruturas importantes como a retina, a mácula, o nervo ótico e os vasos sanguíneos.
A retinografia é um exame que permite fotografar o fundo do olho através de um equipamento chamado retinógrafo.
A imagem obtida permite observar e documentar estruturas como a retina, a mácula, o nervo ótico e os vasos sanguíneos.
Ao guardar estas imagens, é possível compará-las em avaliações futuras e acompanhar eventuais alterações ao longo do tempo.
A retinografia permite observar e registar o fundo do olho, ajudando a identificar sinais que possam justificar acompanhamento ou uma avaliação mais aprofundada. Através da imagem é possível observar:
A retinografia é um exame complementar. Os resultados devem ser interpretados em conjunto com a avaliação visual, os sintomas e os antecedentes de cada pessoa. Quando necessário, podem ser recomendados outros exames ou avaliação por um médico oftalmologista.
A retina desempenha um papel essencial na visão e algumas alterações podem desenvolver-se sem provocar sintomas nas fases iniciais. A retinografia permite observar e registar o fundo do olho, facilitando a comparação das imagens e o acompanhamento de possíveis alterações ao longo do tempo.
A retinografia pode integrar uma avaliação de rotina ou ser realizada quando existem antecedentes, fatores de risco ou alterações que justificam uma observação mais detalhada do fundo do olho. Pode ser particularmente útil para:
Pode ajudar a observar sinais de alterações nos vasos sanguíneos da retina associados à retinopatia diabética.
Permite observar e registar possíveis alterações nos vasos sanguíneos da retina.
Com o avançar da idade, aumenta o risco de determinadas alterações na retina, na mácula e no nervo ótico, sobretudo quando existem outros fatores de risco.
Pode ser particularmente útil quando existe histórico familiar de glaucoma, degeneração macular relacionada com a idade ou outras doenças oculares.
Permite registar o aspeto do nervo ótico e comparar possíveis alterações ao longo do tempo, como complemento de outras avaliações.
A miopia elevada e determinadas alterações identificadas em avaliações anteriores podem justificar uma observação mais detalhada da retina.
A realização e a frequência da retinografia devem ser avaliadas individualmente, tendo em conta os antecedentes, os fatores de risco e os restantes resultados da avaliação.
A retinografia permite registar uma imagem da retina, da mácula, do nervo ótico e dos vasos sanguíneos.
A imagem obtida pode revelar sinais ou alterações que, consoante o contexto, justifiquem acompanhamento, exames complementares ou avaliação médica especializada.
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A diabetes pode provocar alterações nos vasos sanguíneos da retina, por vezes antes de surgirem sintomas visuais.
A retinografia pode permitir observar sinais compatíveis com retinopatia diabética, como pequenas hemorragias, depósitos ou outras alterações vasculares.
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A mácula é a zona central da retina e desempenha um papel essencial na visão de detalhe.
A retinografia pode permitir observar alterações nesta região que possam ser compatíveis com degeneração macular relacionada com a idade.
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A retinografia permite observar e registar o aspeto do nervo ótico, facilitando a comparação de possíveis alterações ao longo do tempo.
Contudo, não confirma nem exclui, isoladamente, um diagnóstico de glaucoma. Quando existem sinais suspeitos, são necessárias outras avaliações.
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Em determinadas situações, a imagem pode mostrar alterações ou lesões na área fotografada da retina que necessitem de investigação adicional.
A retinografia não exclui um descolamento da retina. Sintomas como flashes luminosos, aumento súbito de moscas volantes, uma sombra ou sensação de cortina no campo visual requerem avaliação médica urgente.
A retinografia é um exame complementar. Uma alteração observada na imagem não representa, por si só, um diagnóstico definitivo.
Os resultados devem ser interpretados em conjunto com os sintomas, os antecedentes e os restantes dados da avaliação. Quando necessário, pode ser recomendado acompanhamento, realização de outros exames ou encaminhamento para um médico oftalmologista.
Na Central Ópticas, a retinografia complementa a avaliação visual e permite observar o fundo do olho. Quando existem sinais que merecem atenção, explicamos-lhe os próximos passos com clareza.
Não. A retinografia é um exame indolor e não invasivo. Durante alguns instantes, terá apenas de manter o olhar na direção indicada pelo profissional.
A captação das imagens demora apenas alguns instantes. O tempo total pode variar caso seja necessário ajustar ou repetir alguma imagem.
Não. O equipamento não entra em contacto direto com o olho durante a captação da imagem.
Geralmente, não é necessária qualquer preparação especial. Antes do exame, o profissional explica-lhe como deve posicionar-se e para onde deve olhar.
Não, a retinografia na Central Ópticas é realizada sem dilatação da pupila, pelo que poderá normalmente retomar as suas atividades de imediato.
A retinografia pode revelar alterações suspeitas no nervo ótico, mas não confirma nem exclui, isoladamente, um diagnóstico de glaucoma.
A avaliação pode necessitar de ser complementada com a medição da pressão intraocular, análise do campo visual e outros exames. A avaliação do glaucoma considera vários elementos, não apenas a pressão ocular ou uma imagem do nervo ótico.
A retinografia obtém uma fotografia do fundo do olho.
A OCT, ou tomografia de coerência ótica, produz imagens em corte das diferentes camadas da retina e de outras estruturas oculares. São exames diferentes e podem ser complementares.
Nem sempre. Algumas alterações podem desenvolver-se sem provocar sintomas evidentes ou uma redução imediata da visão.
A frequência depende da idade, dos antecedentes, dos fatores de risco e dos resultados das avaliações anteriores.
O profissional poderá recomendar a periodicidade mais adequada para cada pessoa.
Não. A retinografia é um exame complementar e não substitui uma avaliação médica completa.
Quando são observados sinais que merecem investigação adicional, pode ser recomendado encaminhamento para um médico oftalmologista.
A retinografia pode integrar a consulta de optometria sempre que seja considerada adequada no contexto da avaliação.
Para confirmar a disponibilidade do exame, contacte a loja Central Ópticas mais próxima.
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