É uma condição comum quando os olhos produzem pouca lágrima ou quando a lágrima evapora demasiado rápido. Isso deixa a superfície do olho mais sensível e irritada.
O síndrome do olho seco afeta milhões de pessoas. Os sintomas são tão frequentes que muitas pessoas os consideram normais, mas podem dificultar a realização de tarefas do dia a dia, como ler ou usar o computador.
Com o passar dos anos torna-se mais frequente.
Afeta mais as mulheres devido às alterações hormonais e à menopausa.
Exposição ao fumo, vento, poeiras, climas secos, ar condicionado, aquecimento.
Alguns medicamentos como antihistamínicos, descongestionantes, antihipertensivos ou antidepressivos.
Certa doenças como diabetes, problemas da tiróide e doenças autoimunes podem aumentar o risco de sofrer de olho seco.
O seu uso pode agravar a secura ocular.
Quando estamos concentrados a olhar para um ecrã, pestanejamos menos sem dar conta. Com menos pestanejo, a lágrima evapora mais depressa e os olhos ficam mais secos.
Com o passar dos anos torna-se mais frequente.
Afeta mais as mulheres devido às alterações hormonais e à menopausa.
Exposição ao fumo, vento, poeiras, climas secos, ar condicionado, aquecimento.
Alguns medicamentos como antihistamínicos, descongestionantes, antihipertensivos ou antidepressivos.
Certa doenças como diabetes, problemas da tiróide e doenças autoimunes podem aumentar o risco de sofrer de olho seco.
O seu uso pode agravar a secura ocular.
Quando estamos concentrados a olhar para um ecrã, pestanejamos menos sem dar conta. Com menos pestanejo, a lágrima evapora mais depressa e os olhos ficam mais secos.
A cada 20 minutos, descansar 20 segundos a olhar para 6 metros.
Beba água ao longo do dia
Pólen, poeiras, fumo, poluição e outras partículas do ar.
Pode ajudar a aliviar os sintomas e a melhorar o conforto.
A síndrome do olho seco é uma condição multifatorial que ocorre quando a lágrima não é produzida em quantidade suficiente, evapora demasiado depressa ou não possui a composição adequada para manter a superfície ocular protegida e confortável.
Pode provocar ardor, irritação, sensação de areia, olhos vermelhos, lacrimejo e episódios de visão desfocada.
Sim. Embora pareça contraditório, o olho seco pode provocar lacrimejo excessivo.
Quando a superfície ocular fica irritada, o olho pode reagir produzindo uma maior quantidade de lágrima. No entanto, esta lágrima reflexa pode não permanecer tempo suficiente na superfície ocular ou não ter a composição necessária para restabelecer o conforto.
Sim. Quando estamos concentrados num computador, telemóvel ou noutro ecrã, tendemos a pestanejar menos e, por vezes, de forma incompleta.
Isso pode acelerar a evaporação da lágrima e aumentar sintomas como secura, ardor, sensação de areia e visão desfocada. Fazer pausas regulares e pestanejar conscientemente pode ajudar.
As lentes de contacto não provocam necessariamente olho seco, mas podem aumentar a sensação de secura ou desconforto em algumas pessoas.
Quando existem sintomas, é importante avaliar o estado da superfície ocular, o tipo de lente utilizado, o tempo de utilização e os cuidados de manutenção. Poderá ser necessário ajustar as lentes ou a forma como são utilizadas.
Sim. Quando a lágrima não se distribui de forma estável pela superfície ocular, a qualidade da visão pode variar ao longo do dia.
A visão pode ficar temporariamente desfocada e melhorar depois de pestanejar. Se a alteração for persistente, surgir de forma súbita ou afetar significativamente a visão, deve procurar avaliação profissional.
Não. Existem lágrimas artificiais com diferentes composições, viscosidades e formas de utilização.
A escolha deve considerar os sintomas, a frequência de utilização, o uso de lentes de contacto e as características da superfície ocular. Por isso, é aconselhável pedir orientação a um profissional antes de escolher um produto.
Na maioria dos casos, os sintomas podem ser controlados e o conforto ocular pode melhorar. A abordagem depende das causas e das características de cada situação.
Pode incluir alterações de hábitos, medidas de higiene ocular, lágrimas artificiais ou outros cuidados específicos. Em algumas situações, poderá ser necessário acompanhamento por um médico oftalmologista.
Depende da causa. Algumas situações são temporárias e estão relacionadas, por exemplo, com ambientes secos, utilização prolongada de ecrãs ou determinados períodos de utilização de lentes de contacto.
Noutros casos, o olho seco pode ser uma condição persistente que exige acompanhamento e cuidados regulares para controlar os sintomas e proteger a superfície ocular.
Podem ajudar em alguns casos, especialmente quando existe alteração das glândulas das pálpebras responsáveis pela componente oleosa da lágrima.
No entanto, as compressas mornas não são adequadas para todas as causas de desconforto ocular. A temperatura, o tempo de aplicação e a necessidade de associar higiene palpebral devem ser orientados por um profissional.
Sim. Alguns medicamentos podem reduzir a produção de lágrima ou contribuir para o agravamento dos sintomas. Entre os exemplos encontram-se determinados anti-histamínicos, descongestionantes, antidepressivos e medicamentos utilizados no controlo da tensão arterial.
Não deve interromper qualquer medicação por iniciativa própria. Se suspeitar de uma relação entre o medicamento e os sintomas, fale com o profissional de saúde que o acompanha.
A avaliação começa pela análise dos sintomas, dos hábitos, do ambiente de trabalho, da utilização de ecrãs, das lentes de contacto e de outros fatores relevantes.
O profissional pode também observar as pálpebras, o pestanejo, a lágrima e a superfície ocular. Quando necessário, poderá recomendar uma avaliação complementar ou encaminhamento para oftalmologia.
O olho seco e a alergia ocular podem provocar sintomas semelhantes, como irritação, vermelhidão, lacrimejo e comichão. No entanto, a comichão intensa tende a ser mais característica da alergia, enquanto o ardor, a sensação de areia e a visão momentaneamente desfocada são frequentes no olho seco.
Como as duas condições podem coexistir, uma avaliação ajuda a identificar os fatores envolvidos e a escolher os cuidados adequados.
Deve procurar avaliação quando os sintomas são frequentes, persistentes, interferem com as tarefas diárias ou não melhoram com medidas simples.
Dor ocular intensa, sensibilidade marcada à luz, perda ou diminuição súbita da visão, secreção ou vermelhidão acentuada justificam uma avaliação médica rápida.
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